Domingo, 13 de Janeiro de 2008

Na psiquiatra

Não sei se já disse, mas desde a adolescência que tenho diagnosticada uma depressão endógena. Aparentemente, a bioquímica do meu cérebro não trabalha como deveria e desde então tomo antidepressivos para activar a seratonina. Desde que os tome, tudo ok, ninguém diria que não bato muito bem da bola (ou diria... sei lá!)

Ora, com a situação da gravidez iminente, esta questão necessitava de esclarecimento.

 

Fartei-me de investigar na internet, tendo o cuidado de seleccionar fontes, e li que todos os estudos apontam para números similares de más formações em fetos, quer a gestante tome estes medicamentos, quer não. Contudo, o meu medicamento  (venlafaxina) ainda é muito recente no mercado, pelo que os estudos não são tão conclusivos como os relativos a outros como a fluoxetina, paroxetina ou sertralina.

No campo das Benzodiazepinas, a música é outra e essas não são nada aconselháveis. Mas como já há muito tempo que não tomo disso... no problem ;)

 

MAS... isto é um assunto muito sério e eu resolvi ir na mesma à minha médica. Inicialmente tinha pensado dar-lhe uma palavrinha rápida apenas, mas depois resolvi fazer mesmo uma consulta e esclarecer muito bem as coisas.

Como apareci sem avisar, esperei hooooras até que pudesse atender-me (cheguei às 14:15 e saí às 19:00). Se fosse a tal palavrinha isto não teria acontecido, mas passou-se que os casos problemáticos apareceram todos duma vez só e eu, que até fui rápida, levei na mesma com as horas de espera. Mas valeu a pena!

Tranquilizou-me imenso e juntas traçámos um plano para as aventualidades.

Por ora, vou fazer desmame da venlafaxina, durante dez dias. Se não me aguentar, ligo e ela passa-me uma receita de sertralina. Se não for caso disso e perto do termo da gravidez sentir sinais de desconforto (psicológico, claro) marco consulta para avaliarmos a situação e medicar por forma a prevenir eventuais depressões pós-parto cuja taxa de incidência é muito maior em quem sofre de quadro depressivo.

No período de aleitamento, existem maneiras de contornar a coisa: dou mama imediatamente antes de tomar a medicação, e nas 3 horas posteriores não dou, podendo retirar depois algum leite para rejeitar. E isto carece ainda de grande atenção ao comportamento do bébé: se dormir excessivamente sem grandes reacções, ou se pára a medicação, ou se pára o aleitamento materno. Aqui reinará o bom senso e faremos de modo a trazer os maiores benefícios para a globalidade da situação.

 

E pronto, foi isto. E estou mais descansada e feliz :)

sinto-me: ok

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